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Textos

Respeito

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Estava navegando pela internet quando me deparei com este artigo, que apesar de ter 1 ano ainda é relevante, e o coloco para que reflitam...

 

Paulo Freire

"Ensinar exige reconhecer que a educação é ideológica." (Pedagogia da autonomia)

 

QUARTA-FEIRA, 9 DE SETEMBRO DE 2009

Pais e cúmplices 

Por Edgar Flexa Ribeiro 

Publicado no jornal O Globo em 14/08/2009 

A Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) enviou uma nota aos sindicatos associados, que representam a maior parte das escolas particulares do país - nota, aliás, muito bem concebida -, acerca do episódio de uma novela em que um jovem, muito mal-educado em casa e que conta com a cumplicidade dos pais em seus malfeitos, agride a professora em sala de aula. 

Para os leitores que não saibam da história - admitindo que possa haver algum -, eis o desfecho do episódio: o pai cúmplice do filho reclama, a direção da escola se curva, o aluno não é punido e a professora tem que aguentar o agressor impune em sala de aula. 

A autora da novela, a festejada Glória Perez, revelou, em entrevista recente, que tem conversado com professores e atesta um clima geral de desânimo na profissão pelo desrespeito com que são tratados em sala de aula por seus alunos, que não reconhecem limites: falam ao celular, conversam, ouvem músicas e não prestam atenção ao que diz o professor. Isso, segundo ela, quando não são fisicamente agredidos! E essa triste realidade é mostrada na novela, diz ainda a autora, "em contraponto com a maneira respeitosa e reverente com que outros povos olham o mestre". 

Talvez por falta de indianos como os da novela, e de coreanos como os das estatísticas, respeito - tanto quanto matemática - precisa ser ensinado. Quem, entre nós, hoje em dia, está ensinando que professor é para ser respeitado? Quem mostra a quem nunca teve professor quanto vale ter um? 

No Japão, por exemplo, os mestres sempre foram reverenciados. Conta-se que o professor era o único profissional que poderia permanecer de pé ao falar com o imperador, sem precisar cumprir o ritual de se ajoelhar perante sua autoridade. Numa sociedade hierarquizada como a japonesa, foi o maior sinal do respeito com que o imperador demonstrou ao seu povo como se deveria tratar o professor. 

Respeito é um valor social que as lideranças têm o dever de transmitir: como respeitar a bandeira nacional, saber cantar o hino da pátria, servir ao país, e assim por diante. Dirigentes de um país que veem no futuro uma promessa fazem o magistério ser respeitado - nem que seja no interesse deles, dirigentes. Os que não fazem isso se descomprometem com o futuro do país que governam, traem a sua missão ou têm projetos inconfessáveis. O nosso magistério não é tudo o que queríamos, podem pensar eles. Pouco importa, é o magistério que temos. Nossos filhos e netos precisam dos professores que temos hoje, e dos seus sucessores que estão sendo formados agora. E precisam saber que todos eles devem ser respeitados para ter êxito em sua tarefa. Para isso, a função social do magistério precisa ser dignificada, para que em cada geração muitos se interessem e se realizem nessa atividade. 

Respeitado aqui não quer dizer apenas ser "bem pago". Salário, por mais alto que seja, não traz respeito - mas respeito valoriza o salário. A luta que se reconhece no dia a dia das escolas não é só pelo salário do magistério, é por respeito à função social do professor. E esse respeito vem do que se vê na atitude de figuras públicas em relação ao magistério. Nessa hora, na falta de outros exemplos, é mais que bem-vinda uma novela que levante o tema: pela ótica da ausência do respeito, pode ser que alguém se toque! 

Toda autoridade pública, aclamada ou não nas pesquisas de opinião, tem hoje responsabilidade direta em demonstrar respeito ao magistério. Presidente, governadores, prefeitos, ministros e secretários, deputados e senadores, sindicatos, artistas, jogadores de futebol podem ajudar mostrando que professor é para ser honrado e agraciado com formas de reconhecimento público, medalhas e honrarias. Tudo serve, e nada é demais. 

Não há nada de novo nisso. Assim se fez durante muito tempo, quando poucos tinham acesso à escola e o professor era respeitado. Agora, universalizado o acesso à escola, parece que quem tinha exclusividade no acesso à educação prefere desmoralizá-la, já que está disponível a um maior número de pessoas. E, para isso, desmoralizam também o magistério, dizendo que é ruim e não ensina nada, como é corrente ouvir hoje em dia por parte de autoridades e organizações que têm o dever de zelar pela educação e pelo magistério. 

Se queremos educação de boa qualidade, comecemos por respeitar o que temos hoje. Ninguém melhora o que não respeita, ninguém se esforça para melhorar o que não considera, ninguém trabalha em favor do que acha não merecer. Temos muito a melhorar em matéria de ensino, de formação do magistério, de gestão de redes públicas de escolas, de utilização racional de recursos públicos e privados na área da educação. E reconhecer o que já foi feito, por mais insuficiente que pareça aos que se veem mais do que são, é fundamental. 

A novela toca no eixo da questão: sem respeito em sala de aula, ninguém ensina, e ninguém aprende nada. Sem respaldo público e generalizado, aprender e ensinar não ganham o respeito público de quem não sabe o que é uma coisa e outra - ou não se interessa pelo êxito de ambas. 

O fato é que nada nunca melhorou só porque se falou mal do que se faz, a pretexto de que se quer fazer melhor. 

* Edgar Flexa Ribeiro é educador. 

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Como lidar com a Matemática?

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  1. Estudar: 

    Se não te entendes com a Matemática, não é olhando para ela às 11 da noite da véspera de um teste que isso vai acontecer milagrosamente. Raramente se aprende alguma coisa de jeito sob pressão; tenta pegar na matéria com alguma antecedência aos testes.
     

  2. Não substituir o cérebro pela calculadora: 

    Embora a calculadora dê bastante jeito para ver imediatamente o gráfico de uma função, os seus zeros, entre muitas outras coisas, para entender matemática não basta saber usar a calculadora. Certifica-te que, se usas regularmente a calculadora, ao menos percebes o que está a ser feito pela calculadora.
     

  3. Perceber o caso geral: 

    Quando não percebes um exercício, não basta perguntar "Como é que se faz este exercício?": tens de aprender a adaptar o que tu aprendeste a qualquer tipo de exercícios, e não apenas a uma meia dúzia de exercícios mais comuns. Quando vires a resolução de um exercício, pensa o porquê da resolução, e tenta ver o que há de diferente entre esse e outros exercícios que pareceriam semelhantes à primeira vista.

 

Fonte: http://www.esec-emidio-navarro-alm.rcts.pt/mar_da_palha_15/o_problema_da_matematica.htm

 

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A origem das palavras seno, cosseno, tangente etc.

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A palavra seno vem de sinus. Sinus é a tradução latina da palavra árabe Jaib, que significa dobra, bolso ou prega de uma vestimenta. Isto não tem nada a ver com o conceito matemático de seno. Trata-se de uma tradução defeituosa, que infelizmente dura até hoje. A palavra árabe adequada, a que deveria ser traduzida, seria jiba, em vez de jaib. Jiba significa a corda de um arco (de caça ou de guerra).
 
Quanto ao termo tangente, ele tem significado claro, pois tgx = t/r, onde t é o segmento da tangente compreendido entre a extremidade do raio (um dos lados do ângulo x) e o prolongamento do outro lado.
 
A secante do ângulo x é definida pela fórmula secx = s/r, onde s é a hipotenusa do triângulo retângulo cujos catetos o raio r e o segmento de tangente t. Como o segmento de reta s corta o círculo (secare = cortar, em latim), a denominação secante se justifica.
 
Finalmente, cosseno, cotangente e cossecante são simplesmente o seno, a tangente e a secante do arco complementar.
 
A palavra cateto vem de Kátetos e quer dizer vertical ou perpendicular.
 
A palavra hipotenusa vem de hypoteínousa e significa linha estendida por baixo. 

 

Fonte: http://matematiques.sites.uol.com.br/aorigemdoseno.htm

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O Brasil teve dois Presidentes Nordestinos

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Sobre Educação

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Faça uma busca matemática... (em inglês)

 

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